Na tarde de quarta-feira, 29 de julho, a influenciadora digital Liziane Gutierrez viveu uma experiência aterrorizante na Vila Olímpia, Zona Sul de São Paulo. Em um relato enviado ao portal LeoDias, ela descreveu um assalto à mão armada que aconteceu logo após uma discussão com o motorista de um carro de aplicativo, enquanto estava acompanhada de seu filho, Raphael, de 17 anos.
A Sequência de Eventos do Assalto
O incidente teve início quando Liziane solicitou ao motorista que ligasse o ar-condicionado durante a corrida. A recusa do profissional, que se mostrou grosseiro, levou à abrupta decisão de despejá-los no meio do trajeto. Sem familiaridade com a área, Liziane tentava utilizar seu celular para encontrar um novo caminho quando um criminoso armado se aproximou em uma motocicleta.
Momento de Pânico e Ameaças
O assaltante, armado, exigiu que Liziane entregasse seu telefone sob a ameaça de morte. Ela relembra o desespero ao ver seu filho correndo em meio à avenida, sem saber se o criminoso o seguia. A situação se intensificou quando o bandido exigiu a senha do celular, prometendo um tiro caso não fosse atendido: 'Eu ia fazer o quê? Arriscar a minha vida por causa de uma senha?'.
O Impacto Emocional e a Reação do Filho
Após o assalto, Liziane ficou em choque, gritando em busca de seu filho, que foi encontrado escondido em uma padaria nas proximidades, visivelmente traumatizado. Para Raphael, foi uma experiência inédita que o confrontou diretamente com a realidade da criminalidade no Brasil, deixando-o em estado de desespero.
A Busca por Segurança e o Trauma Persistente
Pessoas que passavam pelo local prestaram ajuda inicial a Liziane antes de ela procurar uma delegacia para registrar o incidente. Apesar de lamentar a perda material, a influenciadora expressou que o maior prejuízo foi o impacto emocional: 'Os bens materiais a gente recupera. Agora, o trauma e o medo que ficam, isso ninguém devolve'.
Reflexões sobre a Criminalidade
Liziane também fez críticas à crescente sensação de insegurança nas grandes cidades brasileiras, destacando que a criminalidade não tem hora nem lugar. 'Eu poderia ter virado estatística', desabafou, ressaltando a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre a violência urbana.


