O influenciador digital Rico Melquiades, conhecido por sua personalidade marcante, está atualmente imerso nas gravações de mais uma temporada de “Stories da Mansão” (Multishow), o programa de Carlinhos Maia que acontece em Santana de Parnaíba, São Paulo. Em um momento de pausa, Melquiades concedeu uma entrevista exclusiva à repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, revelando detalhes sobre dois desafios pessoais que têm permeado sua experiência no reality: a inesperada retomada do vício em cigarro e a peculiar dificuldade de ficar desconectado do mundo digital.
Ansiedade e a Luta Contra o Vício: A Recaída no Cigarro
Rico Melquiades compartilhou que, apesar de ter superado anteriormente o hábito de fumar, a intensa ansiedade gerada pelo ambiente das gravações o levou a uma recaída. Ele explicou que, na ausência de sua válvula de escape habitual – o consumo de vinho –, o cigarro se tornou um refúgio para lidar com a pressão. Consciente dos impactos na saúde, o ex-Fazenda tem recorrido à nebulização, especialmente para preservar a respiração e a dicção, evidenciando os efeitos da nova fase como fumante.
Apesar de ter voltado a fumar, Rico expressou seu descontentamento com a situação e fez um apelo público. Ele alertou sobre os malefícios do tabagismo, descrevendo-o como um “péssimo vício” que causa mau hálito, impregna as mãos e é “horrível”. O influenciador reiterou seu compromisso de tentar abandonar o cigarro novamente assim que as gravações forem concluídas, reconhecendo, contudo, a dificuldade da empreitada.
O Desafio da Desconexão: A Vida de Influenciador Sem Celular
Outro ponto de estresse para Rico durante as filmagens é a praticamente inexistente cobertura de sinal de internet na locação. Para um influenciador digital, o celular é uma extensão de seu trabalho e vida pessoal, sendo fundamental para suas publicações e parcerias comerciais. A impossibilidade de acesso constante transformou a busca por conexão em uma verdadeira odisseia diária.
Com bom humor, mas revelando a seriedade do problema, Rico descreveu seus esforços para encontrar sinal nos intervalos das gravações. Ele relatou que precisa vasculhar a área, chegando até a “subir em árvores” na tentativa de conseguir alguns minutos de conectividade. Essa busca incessante destaca a dependência do mundo digital para a manutenção de sua carreira e o contraste entre o glamour televisivo e as adversidades da realidade dos bastidores.
Conclusão
A experiência de Rico Melquiades nas gravações de “Stories da Mansão” pinta um retrato honesto das pressões e vulnerabilidades enfrentadas por personalidades públicas. Entre a batalha contra um vício reemergente e a luta por manter-se conectado em um mundo cada vez mais digital, ele demonstra a complexidade de equilibrar a vida pessoal e profissional sob os holofotes. Seu desabafo serve como um lembrete das fragilidades humanas, mesmo para aqueles que parecem sempre fortes na frente das câmeras, e da resiliência em busca de superação.


