De crises de soluços à azia constante: quadro de saúde de Bolsonaro piora

Recentemente, o ex-presidente foi internado para tratar as crises de soluços e realizou algumas cirurgias; defesa solicitou quarto de prisão domiciliar humanitária

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Jair Messias Bolsonaro (Reprodução X Carlos Bolsonaro e Instagram Carlos Bolsonaro/ montagem )

Carlos Bolsonaro (PL) continua atualizando os seguidores quanto ao estado de saúde de Jair Messias Bolsonaro. No último domingo (11/01), em uma rede social, ele informou que o pai evoluiu de crises de soluço para azia constante. O ex-presidente retornou à cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após realizar exames devido à queda sofrida na semana passada.

O vereador do Rio de Janeiro usou o X, antigo Twitter, para falar da saúde do pai: “Prezados, o médico do meu pai foi chamado hoje, domingo, 11 de janeiro de 2026, à prisão, após sermos informados de que suas crises persistentes de soluços evoluíram para um quadro de azia constante, o que o impede de se alimentar adequadamente e de dormir. É perceptível, ainda, o grave abalo psicológico que sofre, agravado pelo fato de permanecer sozinho na solitária”.

“Neste fim de semana, a defesa do presidente Jair Bolsonaro protocolou mais um pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao STF, que, até o presente momento, lamentavelmente não foi apreciado”, detalhou. Este foi o quarto pedido feito pelos advogados.

Carlos também compartilhou uma foto do político vomitando, já que apresenta crises de vômito, decorrentes das sequelas da facada que sofreu em 2018, em Minas Gerais, praticada por um antigo militante do PSOL.

Em seguida, o vereador defendeu o pai na condenação de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe:

“Os crimes pelos quais Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão:

1. Destruição de patrimônio.

2. Destruição de patrimônio tombado.

Jair Bolsonaro estava em Orlando (EUA). Não se encontrava na Praça dos Três Poderes. Portanto, não destruiu absolutamente nada.

No Direito Penal vigora o princípio da individualização da pena. Ainda assim, nesses dois crimes, Bolsonaro foi condenado injustamente.

3. Organização criminosa armada

No dia 8 de janeiro, nenhuma arma foi apreendida. Não se tratou de movimento armado. Foi uma manifestação sem a participação ou liderança de Jair Bolsonaro, que saiu do controle, com a exaltação de alguns poucos manifestantes.

Trata-se de mais uma condenação injusta.

4. Golpe de Estado

5. Abolição violenta do Estado Democrático de Direito

Não se pode falar em golpe sem ato executório. Não se dá golpe em um domingo, contra prédios públicos vazios. Os participantes foram condenados sob a tese de crime de multidão, isto é, sem liderança. Posteriormente, contraditoriamente, condena-se Jair Bolsonaro como líder dos fatos de 8 de janeiro, mesmo ele estando fora do país. O que se observa é uma perseguição política escancarada, incompatível com o Estado de Direito. Mais uma condenação injusta.”

www.marcoaurelionatv.com.br

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