Novo estudo mostra que 7 em cada 10 diabéticos tipo 2 estão sendo tratados de forma errada no Brasil. Endocrinologista alerta: “A gordura visceral está sufocando o seu pâncreas”.

6 min de leitura

Author picture
Author picture

A diabetes não só destrói os seus órgãos com o tempo, mas abre portas para doenças fatais. Leia a matéria completa abaixo.

Você já parou para pensar o por que da sua glicose continuar alta, mesmo tomando os remédios receitados corretamente, fazendo o que os médicos pedem e até mesmo comendo um pouco menos açúcar?

Pois saiba que isso não é sua culpa.

Atenção: Este pode ser o texto mais importante que você já leu sobre Diabetes Tipo 2.

O que você fará nos próximos 5 minutos pode decidir se você irá vencer essa doença silenciosa ou continuar rumo a amputações, cegueira e dependência eterna de remédios. Leia com atenção.

Um novo estudo conduzido por pesquisadores Japoneses na Universidade de Tóquio (Bunkyō), foi recebido pela Universidade de São Paulo (USP) aqui no brasil, e revelou que 7 em cada 10 pacientes diabéticos tipo 2 estão seguindo um protocolo de tratamento ultrapassado, ineficaz — e em muitos casos, perigoso.

O nome disso? Erro médico sistemático.

Os remédios convencionais trazem aquela falsa sensação de que você está fazendo a coisa certa, parecem controlar momentaneamente o problema, mas por dentro você sabe: seu corpo continua entrando em colapso.

Quem afirma isso é o Dr. Roberto Kazushigue Yano, figura importante da medicina brasileira com descendência oriental, ativo em redes sociais contando com mais de 5 milhões de seguidores, com cerca de 26 anos de experiência em medicina alternativa integrativa, reconhecido tanto no Brasil quanto no Japão, onde já participou de estudos avançados sobre diabetes tipo 2 e regeneração pancreática.

Dr. Yano: Depois de acompanhar centenas de pacientes, tantas amputações que poderiam ter sido evitadas, tantos casos de cegueira parcial ou completa, tantos casos de diagnósticos errados e casos negligenciados, vi com meus próprios olhos: os medicamentos só empurram a glicose para dentro das células à força!!!

Não estou aqui para tentar te convencer de que você está sendo enganado, que o seu “médico de confiança” na verdade pode não ter sido 100% sincero com você, ou que a sua doença é completamente reversível.

O que eu quero aqui na verdade, é fazer você se perguntar: será que eu estou realmente tratando a tipo 2 da forma correta?

O problema é que a maioria das pessoas no fundo sabem que não, mas são forçadas pelo sistema a acreditarem que sim.

Porque foi o que o médico indicou.
Porque “é assim mesmo”.
Porque “diabetes não tem cura”.

Dr. Yano: Bom, essa é a hipótese mais plausível e foi exatamente isso que eu resolvi investigar.

O que eu descobri, depois de mais de 7 anos de pesquisa e de centenas de pacientes acompanhados de perto, o resultado é tão grave quanto libertador.

  • A verdadeira causa da diabetes tipo 2 não está apenas no açúcar, alimentação ou genética, mas em uma gordura letal que se acumula no seu fígado, pâncreas e abdômen.
  • O maior erro dos tratamentos tradicionais é ignorar o que está acontecendo por dentro do seu pâncreas.

A verdade é que enquanto tratarmos apenas os sintomas, a doença continuará vencendo.

A maioria dos medicamentos apenas obriga o corpo a baixar a glicose, sem resolver a inflamação crônica e os bloqueios celulares no pâncreas — onde estão as células beta, responsáveis por produzir a insulina natural.

Ou seja:

    • Você força o corpo a responder com medicamentos pesados…
    • Mas as células que deveriam estar fazendo esse papel continuam bloqueadas, inflamadas e morrendo pouco a pouco.

E isso leva ao efeito dominó:

• Glicose descontrolada
• Ganho de peso e gordura visceral
• Substituição por insulina
• Complicações circulatórias 
• Neuropatia, amputações, cegueira

E a pior frase de todas: “você vai ter que conviver com isso pra sempre”

O erro de foco no seu tratamento que ninguém te contou…

Dr. Yano: A medicina tradicional, com seus protocolos de 10, 20, 30 anos atrás, foca sempre obsessivamente em baixar os níveis de glicose no sangue.

E sim, isso parece lógico à primeira vista. Mas o problema é que esse foco está no lugar errado.

A glicose alta não é a causa da doença, mas sim a consequência de algo muito mais profundo que está acontecendo no seu corpo.

Mais especificamente, no seu pâncreas.

Vou te explicar de forma simples e dinâmica para que você entenda: dentro do pâncreas existem células chamadas células beta, responsáveis por produzir insulina — o hormônio que regula a glicose no sangue de forma natural.

No diabetes tipo 2, essas células passam a funcionar de forma irregular, muitas vezes por inflamações silenciosas, acúmulo de gordura, estresse oxidativo e um processo chamado bloqueio metabólico.

O que os medicamentos tradicionais fazem? Forçam o corpo a empurrar a glicose para dentro das células com “brutalidade bioquímica”.

Mas isso não trata a inflamação, nem desbloqueia as células beta. Pelo contrário: vai sobrecarregando o sistema do seu corpo a cada dose.

Você continua dependente de medicamentos… Sua glicose volta a subir em poucos dias… As complicações continuam aparecendo — mesmo que você siga tudo à risca.

Ou seja, você está vivendo com uma bomba-relógio prestes a explodir.

• Amputações;
• Cegueira progressiva;
• Insuficiência renal;
• Derrame; Infarto silencioso.

Foi exatamente isso que aconteceu com meu paciente Manoel e pode estar acontecendo com você também…

Manoel — o diabético que fez “tudo certo”… mas quase parou em uma máquina de hemodiálise

Dr. Yano: Senhor Manoel, 64 anos, aposentado, morava no interior de Goiás. Diagnosticado com diabetes tipo 2 há mais de 22 anos por um endocrinologista que não irei falar o nome, sem histórico familiar.

Estava com a glicose em 290 mg/dL, sentia tonturas, visão embaçada, urinava 5x por noite e seus pés começaram a perder a sensibilidade. 

O diagnóstico era: nefropatia diabética, que é uma complicação severa da diabetes. É a principal doença renal terminal em pacientes diabéticos, levando ao aumento da pressão arterial, presença de albumina na urina (albuminúria), causando a insuficiência renal. Tudo causado pelo uso contínuo de medicamentos pesados para a tipo 2.

Seus principais sintomas são: cansaço e fadiga, inchaço nas pernas e tornozelos, necessidade frequente de urinar e urina espumosa.

O problema é que ele já seguia tudo que o seu endocrinologista mandava: Tomava 3 comprimidos de um remédio comum todos os dias (1500mg). Controlava o açúcar
 Caminhava três vezes por semana
 Evitava alimentos com alto índice glicêmico
 Fazia exames de rotina a cada 6 meses

Mesmo assim, a glicose nunca ficava totalmente sob controle. Sempre ali, entre 240 e 290 mg/dL.

Bom, se ele não tivesse conhecido um outro caminho, na melhor das hipóteses estaria fazendohemodiálise ou esperando por um transplante renal na fila do SUS.

A sorte é que ele foi salvo no limite!

Na terceira semana de internação, com a progressiva perda da função renal, ele quis procurar uma segunda opinião e veio desesperado até o meu consultório em São Paulo.

O que eu o ofereci foi um protocolo totalmente diferente para a diabetes do que ele estava acostumado.

Um método sem medicamentos que causam efeitos colaterais, sem insulina, sem efeitos colaterais, mas com resultados rápidos, duradouros e já comprovado em milhares de pacientes.

O que eu disse a ele mudou tudo que ele acreditava até então sobre a doença:

“O seu corpo ainda é capaz de controlar a glicose naturalmente.
O que falta não é remédio.
O que falta é desbloquear o que está travado dentro de você.”

O que eu costumo dizer é que esses tratamentos convencionais partem de uma ideia errada:
a de que o pâncreas do diabético tipo 2 está permanentemente danificado, mas isso não é verdade!Para ser sincero isso é um grande absurdo!

Estudos recentes — incluindo pesquisas orientais sobre regeneração celular desmentem isso de forma escancarada.

O pâncreas de um diabético tipo 2 não está morto. Ele está adormecido.

E sim: existe uma forma de estimular essas células a voltarem a funcionar —

sem química, sem agressão ao organismo .

Um protocolo natural, validado pela medicina oriental e adaptado à realidade brasileira

Dr. Yano: Bom, eu passei anos da minha vida estudando como as práticas terapêuticas orientais conseguiam resultados reais em pacientes que, para a medicina tradicional, já estavam largados à própria sorte com a sua doença, como ratos de laboratório.

O que eu descobri foi que, existe um composto fitoterápico extraído de uma alga medicinal específica, que age em três pontos-chave do organismo:

✔️Desinflama o tecido pancreático, permitindo que as células beta voltem a se regenerar;

✔️Reativa a produção natural de insulina, com efeito gradual e duradouro;

✔️ Estabiliza os níveis de glicose no sangue, sem causar hipoglicemia ou sobrecarga dos rins e fígado.

Manoel estava totalmente desacreditado da veracidade e eficácia do tratamento, o que é normal, mas o fato é que ele foi surpreendido:

✔️ Na primeira semana, sua glicose em jejum caiu de 242 para 107 mg/dL.

✔️ Na terceira semana, recuperou a sensibilidade nos pés, diminuiu as tonturas e frequência urinária.

✔️Em 2 meses seus exames hepáticos e renais se normalizaram, colocando um fim nas complicações.

E isso não é milagre. É ciência usada da forma certa.

EM ALTA

Comentários

1 Visualizando

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Outras Notícias

SOBRE MARCO AURELIO

Política de privacidade

TERMOS DE USO

Não vá ainda!

Veja o que está em detaque

Quer saber o que mais está acontecendo?