Em uma recente participação no podcast 'Cá Entre Nós', apresentado por Fátima Bernardes e Beatriz Bonemer, Angélica revisitou sua trajetória nos anos 90, destacando a rivalidade que emergiu entre ela, Xuxa Meneghel e Eliana. As três apresentadoras, ícones da televisão infantil, eram frequentemente vistas como concorrentes, uma situação que, segundo Angélica, fez com que até elas acreditassem na competição.
A Criação de uma Rivalidade
Angélica compartilhou que, em determinados momentos de suas carreiras, as três se deixaram levar pela narrativa de rivalidade imposta pela mídia e pelo público. 'Todo mundo contava essa história', comentou, comparando a situação a situações comuns de rivalidade que podem ocorrer em ambientes escolares ou profissionais. No entanto, a intensidade da situação era amplificada por ser um fenômeno televisivo.
Reflexões sobre o Impacto da Rivalidade
A apresentadora enfatizou que a rivalidade, embora explorada para gerar audiência, não trazia benefícios para elas. Angélica argumentou que essa competição não contribuía em nada para a luta das mulheres por empoderamento e solidariedade. 'Isso era bom para a mídia, isso era bom para os homens, mas não para a gente', refletiu, destacando a necessidade de uma mudança dessa dinâmica.
O Legado e a Mudança de Mentalidade
Angélica também abordou os efeitos prejudiciais que essa narrativa de rivalidade poderia ter nas novas gerações. Ela alertou que, ao fomentar essa competição, estavam, inadvertidamente, ensinando as meninas a rivalizar e competir entre si, ao invés de promover a união e o apoio mútuo. 'Foi emblemático por isso', afirmou, ressaltando que chegou um ponto em que elas decidiram romper com essa história.
Conclusão: Rumo a um Novo Paradigma
Ao final de sua reflexão, Angélica expressou a esperança de que o cenário atual seja diferente, com as mulheres se unindo e apoiando umas às outras, ao invés de competir. Essa mudança de mentalidade não só beneficia as apresentadoras, mas também serve como um exemplo positivo para as futuras gerações. O episódio no podcast não apenas reavivou memórias do passado, mas também lançou luz sobre a importância do empoderamento feminino e da solidariedade.


