Maya Massafera, aos 45 anos, deu um passo significativo em sua jornada de transição de gênero ao realizar uma cirurgia revolucionária no Brasil. Reconhecida como a primeira pessoa no país a se submeter a esse procedimento, a influenciadora digital agora se recupera em casa após a intervenção, que já é bastante conhecida entre mulheres trans na Tailândia e nos Estados Unidos.
Cirurgia de Diminuição das Costas
Recentemente, Maya foi internada no Hospital Blanc, localizado em São Paulo, onde passou por uma cirurgia de diminuição das costas. Este procedimento visa alterar a silhueta da paciente, conferindo uma aparência mais feminina. A operação foi realizada por um especialista em ortopedia e traumatologia, garantindo a segurança e a eficácia do tratamento.
Técnica Utilizada
A técnica empregada durante a cirurgia envolve a feminilização corporal através da redução da largura dos ombros. O procedimento consiste em realizar uma abertura na clavícula para encurtar os ossos, que são posteriormente unidos novamente. Essa abordagem inovadora tem como objetivo proporcionar uma silhueta mais alinhada com a identidade feminina da paciente.
Histórico de Cirurgias e Investimentos
Desde que iniciou sua transição de gênero, Maya Massafera já passou por mais de 20 cirurgias, além de vários procedimentos estéticos. Em uma declaração feita em dezembro de 2025, a influenciadora revelou que havia investido aproximadamente R$ 5 milhões em sua transformação, um valor que representa suas economias acumuladas ao longo de sua carreira.
Recuperação e Expectativas
Após a cirurgia, Maya recebeu alta e se encontra em fase de recuperação em sua residência. A influenciadora expressou otimismo em relação aos resultados do procedimento e à continuidade de sua jornada de autodescoberta e afirmação de identidade. O sucesso de sua cirurgia é um marco não apenas em sua vida pessoal, mas também um exemplo de avanço nas opções cirúrgicas disponíveis no Brasil para pessoas em transição de gênero.
Reflexão sobre a Identidade
Maya Massafera tem utilizado sua plataforma para discutir questões de identidade e aceitação. Em entrevistas, ela mencionou como se refere ao seu 'eu' antigo como 'falecido', enfatizando a importância de abraçar sua nova identidade. Sua trajetória inspira muitas pessoas que enfrentam desafios semelhantes, promovendo uma maior compreensão e aceitação da diversidade de gênero na sociedade.


